| ANV : ANV nos 30 anos da Nibrasco (Kendô ANV) |
| em 05/07/2008 (313 leituras internas) |
 No dia 03 de julho a ANV foi representada pelo Departamento de Kendô no evento realizado pela Vale e Nibrasco, em comemoração aos 30 anos da Nibrasco e ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.
O evento ocorreu no Iate Clube do Espírito Santo, e contou com a presença de representantes de empresas brasileiras e japonesas.
Foi demonstrado aos convidados presentes: Nihon Kendo Gata, Bokuto Ni Yoru Kendo Kihon Waza Keiko Ho e Shiai.
Veja fotos aqui. |
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| Centenário Imigração : Torneio Golfe Centenário da Imigração Japonesa |
| em 23/06/2008 (217 leituras internas) |
 Recorde absoluto de participação na disputa do Torneio de Golfe Centenário da Imigração Japonesa, 105 golfistas. O evento disputado neste sábado (21) das 6h30 até as 17 horas, no Clube Capixaba de Golf (Serra), homenageia o centenário da chegada dos primeiros imigrantes japoneses ao Brasil.
No decorrer da competição, um gesto para simbolizar o agradecimento do povo capixaba à comunidade japonesa: Foram plantadas mudas de árvores Sakura, a Cerejeira Japonesa, um dos principais símbolos da cultura nipônica, que representa o amor e a celebração da vida.

A cada primavera, quando as flores rosas da Sakura desabrocham, a população japonesa comemora o nascimento de mais um período de fertilidade e prosperidade. É comum que grupos peregrinem pelo Japão durante este evento, para apreciar a beleza que se forma e fazer pedidos de sucesso ao novo período.
Estas árvores serão cultivadas para simbolizar o elo que une Brasil e Japão nestes 100 anos decorridos desde a primeira imigração. O Clube Capixaba de Golf é fortemente ligado à comunidade nipônica, sendo fundado por japoneses em 1979 como um espaço de recreação e lazer.
Campeões do Torneio de Golfe Centenário da Imigração Japonesa
O Torneio de Golfe Centenário da Imigração Japonesa registrou recorde de participação. 105 atletas disputaram os 18 buracos do campo do Clube Capixaba de Golf, entre eles homens, mulheres, crianças, brasileiros e europeus, com uma forte presença da comunidade japonesa.
Num total de 76 tacadas, num campo de par 72, o atleta Eduardo Dessandes sagrou-se campeão geral do Torneio de Golfe Centenário da Imigração Japonesa. O golfista, que competiu no turno da tarde, venceu João Carlos Cutini por uma tacada, num total de 76 disparos e conquistou o Best Gross.
Nas categorias Net, em que o Handicap é utilizado para se determinar os vencedores, Márcio Bragato obteve a primeira colocação no hcp 0-18, seguido por Rodrigo Souto e Akira Kawase (sócio da ANV). Já no hcp 19-36, vitória para Angel Álen, que também obteve o melhor Net geral, com 14 tacadas abaixo do par do campo (72). Na segunda colocação Gabriela Madeira, e em terceiro Salvador Fernandes.
De acordo com o Diretor da Associação Nikkei de Vitória, Hachiro Ouchi, é uma honra para a comunidade japonesa e motivo de festa o reconhecimento da cultura nipônica. "Hoje é um dia especial em que o Brasil e o Japão comemoram 100 anos de união e fraternidade", afirma Ouchi.
Para o golfista Shigeru Yoneyama, que participa dos quadros do Clube Capixaba de Golf desde a sua fundação em 1979, quando ainda era chamado de Clube Nipo Capixaba, a cultura brasileira e japonesa se complementam. "O Espírito Santo tem uma cultura muito rica. A cultura japonesa se mistura a essa miscigenação, se ocidentalizando, mas sem perder suas raízes", afirma o atleta.
Ainda no sábado, a partir das 19 horas, aconteceu na Associação Nikkei de Vitória, na Mata da Praia, uma homenagem aos sócios japoneses do Clube Capixaba de Golf e a premiação dos vencedores do Torneio Centenário da Imigração Japonesa.
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| Centenário Imigração : Concurso de Redação - Centenário da Imigração Japonesa |
| em 20/06/2008 (352 leituras internas) |
 O Concurso de Redação em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa está em sua fase final. Este concurso é dirigido aos alunos do ensino médio das escolas estaduais do Espírito Santo.
Foram inscritos 102 trabalhos, oriundos de 63 escolas. Foi considerada ótima a participação das escolas com trabalhos inscritos. Das 274 escolas da rede pública estadual de ensino médio, 23% delas inscreveram trabalhos.
Para ver o regulamento do concurso CLIQUE AQUI. |
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| ANV : Festival de Yakisoba e Sushi |
| em 27/05/2008 (344 leituras internas) |
 Vem aí mais um delicioso Festival de Yakisoba e Sushi, promovido pela Associação Nikkei de Vitória ! |
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| ANV : Mutirão ANV |
| em 20/05/2008 (157 leituras internas) |
 No último dia 17 de maio ocorreu o Mutirão da ANV, onde foi possível realizar uma limpeza e organização na nossa Associação.
Contamos com a ajuda dos associados e de membros dos Departamentos de Kendô, Taiko, Baseball e Softball.
No final houve confraternização com churrasco!!
Se você não estava presente, não perca a próxima oportunidade de ajudar na conservação do nosso patrimônio.
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| Kendô : Centenário na Assembléia |
| em 11/04/2008 (197 leituras internas) |
 O Departamento de Kendô também esteve presente na cerimônia ocorrida na Assembléia Legislativa do Estado do ES, em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.
Nesta ocasião realizamos apresentação no corredor por onde chegavam autoridades e convidados, onde demonstramos Nihon Kendo Gata (Kata tradicional) e Bokuto ni Yoru Kendo Kihon Waza Keiko Ho (Kata novo).
Agradecemos à organização da cerimônia, que permitiu a realização da demonstração do Kendô ANV, mesmo após o desencontro ocorrido na atividade programada entre Taiko e Kendô.
Foi uma enorme alegria para os membros do Kendo ANV participar da cerimônia, além encontrar e cumprimentar a esposa de Sasaki Sensei (Yoko san) e Nomura Sensei. |
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| Centenário Imigração : Assembléia homenageia Centenário |
| em 11/04/2008 (234 leituras internas) |
 Atualmente, o Brasil é o país que abriga a maior população japonesa fora do Japão. São cerca de 1,5 milhão de pessoas que, neste ano, estão completando o centenário do início da imigração. Para comemorar a data, a Assembléia Legislativa do Espírito Santo (Ales) realizou, na noite desta quinta-feira (10), no Plenário “Dirceu Cardoso”, uma sessão solene.
A mesa de trabalhos foi presidida pela proponente da sessão, a vice-presidente da Ales, deputada Luzia Toledo (PTB), e contou com as presenças do prefeito de Vitória, João Carlos Coser (PT); do deputado federal Lelo Coimbra (PMDB), membro da Frente Parlamentar Brasil-Japão; do representante do Poder Executivo, o secretário de Estado do Governo, Neivaldo Bragato; do presidente da Associação Nikkei de Vitória e presidente da Comissão Organizadora do Centenário da Imigração Japonesa do Espírito Santo, Nobuo Matsunaga; do vice-presidente da Associação Brasil Soka Gakkai Internacional (BSGI), Oswaldo Yoshinori Maki, além de monges do Mosteiro Zen Budista, de Ibiraçu.
 Aberta ao som dos hinos Nacional e do Espírito Santo, a solenidade contou com a presença dos componentes do Coral da Associação Nikkei de Vitória, que apresentaram o Hino do Japão, sob a regência da maestrina Ayuko Skanoue. O evento foi abrilhantado também pela apresentação do grupo de tambores “Shindô Taiko”, coordenado por Shigeru Yoneyama e sob o comando do capitão Fabiano Tomori Matsumoto Oshikiri.
Em seu discurso, a deputada Luiza Toledo lembrou que a imigração japonesa no Brasil começou no início do século XX, por intermédio de um acordo entre o governo japonês e o brasileiro, e que o Brasil abriga a maior população japonesa fora do Japão. Acrescentou que o termo nikkei é usado para denominar os japoneses e seus descendentes.
Frisou ainda a contribuição desses imigrantes no desenvolvimento do País e os laços que unem as nações. “A comunidade brasileira no Japão é a terceira maior fora do Brasil e, por sua vez, é a terceira maior comunidade imigrante no Japão, atrás apenas dos coreanos e chineses”, referindo-se à relação entre os dois países.
Falando em nome dos homenageados, Teruo Hashizume, traçou um histórico da imigração japonesa no Brasil. Disse que, no século XX, as fazendas de café passaram a sentir a falta de trabalhadores com a diminuição drástica da chegada de italianos. O governo brasileiro, então, precisou encontrar uma nova fonte de mão-de-obra. Dessa vez, decidiu-se por serem atraídos imigrantes do Japão.
Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, o Brasil tornou-se um dos poucos países no mundo a aceitar imigrantes do Japão. Após a guerra, o fluxo de imigrantes japoneses cresceu consideravelmente. A maior parte dos imigrantes chegou no decênio 1920-1930. Já não iam apenas trabalhar nas plantações de café, mas também desenvolveram o cultivo de morango, chá e arroz no Brasil.
O presidente da Associação Nikkei de Vitória e presidente da Comissão Organizadora do Centenário da Imigração Japonesa do Espírito Santo, Nobuo Matsunaga, homenageou a deputada Luzia Toledo e o deputado Lelo Coimbra, em agradecimento à iniciativa de registrarem a data na sede do Legislativo Estadual, condecorando um total de 36 personalidades, com placas e certificados comemorativos, pelos trabalhos realizados em prol dos imigrantes em todo o Estado.
Foram homenageados: - Mityo Abiko - Masato Fukuda - Eliezer Batista da Silva - Arthur Carlos Gerhardt dos Santos - Ruiji Haga (in memoriam) - Keijiro Shibata (in memoriam) - Shuzo Ito - Daisaku Ikeda - Chisue Kavashima de Souza - Sueyoshi Watanabe - Shizuka Watanabe - Tomi Eto - Takasuke Kuboyama - Hanae Shibata - Eiko Fukuda - Umeko Kawada - Toshiharu Kitamura - Jiro Haratani - Kiyoshi Ishihara - Tomoichi Kato - Yoshiko Kato - Naruko Ito - Kenji Itagaki - Yoshimi Tsutsumi - Masato Fukuda - Yasuharu Hamasaki - Kimiko Shirase - Yoko Sasaki - Harumi Nishimura - Yayoi Matsumoto - Teruo Hashizume - Akira Horita - Ariana Caiado - Nobuo Matsunaga - Gianna Gomes Esteves - Rulth Kumazawa |
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| Centenário Imigração : O Japão é aqui |
| em 04/03/2008 (91 leituras internas) |
 Há cinco décadas, Shiro Irie, então um adolescente de 15 anos, embarcava com seus pais e irmãos em uma viagem de dois meses, sem previsão de volta, dentro do porão de um navio. "Era a classe econômica", brinca o hoje fotógrafo, de 65 anos. Na época, além de sua família, viajavam mais centenas de japoneses que saíram de sua terra natal em busca de uma vida melhor do outro lado do mundo. Vieram para trabalhar na agricultura brasileira, especialmente no plantio de café, no interior de São Paulo. "A gente não tinha noção do que era o Brasil", lembra Shiro.
A união da história desses dois países completa cem anos no próximo dia 18 de junho. Foi nessa data, em 1908, que o navio Kasato-Maru aportou em Santos, trazendo imigrantes de Kobe dispostos a trabalhar e a viver no Brasil. As comemorações já começaram no Brasil e no Japão.
No Espírito Santo, uma noite especial dedicada à cultura nipônica, com homenagens e música, está marcada para o dia 19 de julho, no Teatro Carlos Gomes, em Vitória.
Na ocasião, poderá ser vista uma parte da cultura trazida por cerca de 250 mil japoneses que desembarcaram por aqui, e que hoje formam a maior comunidade japonesa no exterior: 1,5 milhão de pessoas. O resultado é que seus hábitos, costumes e, principalmente, sua cultura, influenciaram, de forma determinante, o Brasil.
Basta enumerar: origami, haikai, yakissoba, sushi, mangá, judô, anime, videogame, Mario Bros, Akira Kurosawa, Pokémon, Cavaleiros do Zodíaco, Tamagoshi, bonsai, leque, carpas... O Japão está no Brasil nas mais diversas formas de manifestação – desde a arte da culinária até à música, passando pelo cinema e pela moda.
Associação:
O Espírito Santo só entrou na rota dos japoneses um bom tempo depois: "Desembarcamos em Santos primeiro e trabalhamos por um bom tempo na agricultura. Quando estive no Estado pela primeira vez, já tinha deixado minha família para estudar fotografia. Me apaixonei", lembra Shiro, que voltou a Vitória no final dos anos 70, já casado com a nissei Cecília. Hoje sua família já está na quarta geração.
A comunidade "capixaba" não é tão grande quanto a de São Paulo – são cerca de 1.000 japoneses e descendentes –, mas o trabalho da Associação Nikkei, que existe desde 1993, em Vitória, ajuda a manter a tradição. "Cerca de 70% das pessoas que se interessam pela cultura japonesa são de brasileiros mesmo", afirma a professora de japonês Misao Kawase Matsunaga, 55. "Percebo que os jovens, hoje, têm a preocupação em preservar as tradições japonesas. É uma cultura bem diferente da do Brasil, mas que acrescentou muito à cultura daqui. Tanto nas artes quando na postura", analisa.
O Brasil recebeu diversas influências do Japão, como o gosto pelas artes marciais e pelos desenhos japoneses. E também ensinou muito a eles, como a paixão pelo samba e pela bossa nova. A jovem Nanako Matano, 22, que está há sete meses no Brasil para ensinar a cultura japonesa, sente isso na pele. "Aqui as pessoas abraçam e se beijam. Lá é diferente, somos mais fechados", compara a moça, que se encantou com o chorinho, o cavaquinho e o pandeiro.
Regente do coral de músicas folclóricas japonesas (feitas antes da abertura para a influência do Ocidente), Ayuko Sakanoue, 32, também percebe uma diferença na forma de encarar a música. "Lá a gente aprende música desde pequenos, na escola. Aprendemos a ler partitura, a cantar afinado. Aqui, as pessoas têm muita musicalidade, mas não sabem a teoria", compara.
A fisioterapeuta Simone Minae Yoneyama, 23, nasceu no Brasil, mas convive em meios orientais. Já estudou japonês, mas gosta do lado pop da cultura nipônica. "Ouço música de lá e vejo as novelas pela internet", conta a moça, que ainda joga no time de softbol da associação – esporte que vem ganhando espaço no Brasil, com um empurrão extra dos descendentes.
Música e animes atraem os jovens:
Se a culinária e as artes marciais japonesas são bem conhecidas por aqui, a música ganha ainda mais divulgação com as festas de animes e as apresentações de grupos tradicionais, como o taiko. Cultura secular, nascida na época do Japão feudal, o taiko (diz-se taikô, o mesmo que tambor, feito com couro de vaca estendido sobre tronco de árvore cavado) é uma forma de expressão antiga, mas que atrai jovens descendentes e brasileiros interessados pela cultura japonesa.
Naoko Sujiwara tem apenas 17 anos, mas já toca há cinco no grupo de taiko da Associação Nikkei de Vitória. "Acho bonito. Gosto muito da disciplina que a gente aprende a ter no grupo. É uma forma de poder mostrar a filosofia dessa forma de música", explica.
A relação de Naoko com a cultura oriental vai além das aulas de taiko, todos os sábados, no Parque Pedra da Cebola. Ela gosta de assistir às famosas novelas japonesas (chamadas por eles de dorama, de drama mesmo) e também de ouvir música pop de lá. "Gosto do Hirai Ken, um cantor famoso, e da Ayumi Hamasaki. Os jovens lá escutam mais pop mesmo", confessa. Tudo com uma ajudinha extra da web. "Baixo os capítulos pela internet. As novelas são bem diferentes das do Brasil porque são mais curtas e têm menos histórias paralelas", compara.
O estudante brasileiro Tiago Barbosa Fabri, 20, está interessado nessa música mais pop japonesa, ligada aos animes. Ele curte tanto que até adotou um codinome japonês, Haru. Tiago é baterista da banda Megazord (referência ao robô do Power Rangers), que toca animes songs – músicas de desenhos animados japoneses.
"Somos viciados em mangás e animes. Já fizemos muitos shows em eventos de cultura japonesa", conta, lembrando que as apresentações também acontecem nas festas cosplay (em que as pessoas vão vestidas como seus personagens de desenho favoritos).
O repertório da banda – formada ainda por Alex (vocal), Adriano e André Macaco (guitarras) e Vitor (baixo) – inclui temas de Cavaleiros do Zodíaco, como "Pegasus Fantasy", "Força Astral" e "Blue Forever", além de "Chala Head Chala" e "We Gotta Power", do Dragon Ball Z, e aberturas de Digimon 2, El Hazard, Shurato, Black Kamen Rider, Cybercops e Winspector. "Nossas músicas próprias também têm letras em homenagem a personagens de anime. Tem ‘Kuwabara Jedi’, do anime Yuyu Hakusho, e ‘Talk to My Hand’, referência ao personagem principal do anime Vampire Hunter D", explica.
Influências vão dos quadrinhos ao cinema:
São palavras do próprio fotógrafo Shiro Irie: "Foi mais difícil para os meus pais se adaptarem ao Brasil do que para mim. Para eles, que eram acostumados com outro tipo de alimentação, foi um choque chegar ao Brasil e encontrar uma feijoada", lembra. Se a alimentação já é completamente diferente, os hábitos são reflexos da cultura: "Lá eles são pontuais e organizados, aqui é tudo um carnaval só. Mas foi isso que me fez querer ficar aqui", completa.
Por outro lado, foi a disciplina que atraiu o estudante Marcio Antonio Moraes, 19, um jovem brasileiro fascinado pela arte japonesa – das lutas, aos animes, passando inclusive pela literatura. Ele se interessou pelo kendo (diz-se quendô): uma arte marcial japonesa moderna, desenvolvida a partir das técnicas tradicionais de combate com espadas dos samurais do Japão feudal.
"Meu interesse pelo Japão vem de um sonho adolescente, por ser um país culturalmente bem diferente do nosso. Comecei a ler os tradicionais mangás japoneses, lia histórias de samurais e queria lutar como eles", lembra.
O campo é mesmo tão vasto, que dá para se perder quando o assunto é cultura japonesa. Da arte dos origamis, passando pelos mangás, animes, o cinema também tem grandes nomes vindos do Japão, assim como a música pop. Tem para os mais tradicionais e para os mais modernos.
Confira:
100 anos de imigração japonesa Festa em Vitória Quando: 19 de julho, às 19h Onde: Teatro Carlos Gomes, Praça Costa Pereira, s/n, Centro Quanto: Entrada franca
Sessão solene: 10 de abril, às 19h, no plenário da Assembléia Legislativa do Espírito Santo.
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